Mostrando postagens com marcador Saudade. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Saudade. Mostrar todas as postagens
domingo, 4 de março de 2012 0 comentários

Homenagem a Dona Oscarina


Para quem fica só resta a saudade, os ensinamentos e as lembranças...

Dona Oscarina: minha primeira fonte jornalística, ainda na faculdade; mulher que me ensinou a acreditar em meus sonhos; lutar pelo amor do Marcio e a sorrir para a vida.

Estou muito triste por saber desta perda, mas grata a Deus por me dar a oportunidade de conhece-la. Grande exemplo de mulher a ser seguido.

Quem teve o privilégio de passar horas conversando e rindo com ela pode se considerar uma pessoa de sorte. 

Registro aqui a minha homenagem a Dona Oscarina. Foto tirada na minha última visita a Lorena em 2011. Mais um motivo para ter saudades desta terrinha...
domingo, 4 de dezembro de 2011 0 comentários

Meu amor por dezembro


Agosto e dezembro podem ser considerados os meses que eu mais gosto do calendário.

Agosto porque eu e o Marcio comemoramos nosso aniversário de namoro e dezembro por várias razões.

A primeira por ser o mês do meu aniversário. Apesar de não me preocupar muito com festas, sempre gostei de aniversariar para receber o carinho de amigos e familiares. Adoro!

A segunda por ser um mês cheio de significado em razão das festas de final de ano. Adoro os símbolos do Natal: a árvore - que preciso montar uma -, o presépio, as decorações com luzes, a guirlanda, a troca de presentes e, claro, o nascimento de Cristo.

A vida toda comemorei em família a noite de 24 para 25 na casa da minha avó. Por nossa família ser grande as festas sempre foram muito animadas, inclusive o Natal que todos sempre se reuniram. Como o dia 25 é o aniversário da gracinha da avó do Marcio – a Batiam – desde que eu e o Marcio começamos a namorar passamos o Natal com a família dele. É gostoso também, mas diferente. Mais tranquilo e reservado. :)

Como na minha sempre foi uma bagunça - leia-se animado - sinto saudade dos risos, de participar do amigo secreto, das piadas e até da ressaca que todos ficam no final da festa com o meu tio Valmar dizendo para todos que nos ama muito, muito, muito. Meu Deus, que saudade!

Este ano estou muito feliz, pois depois de anos sem conseguir passar as festas com a minha família eu e o Marcio combinamos que dividiremos as festas como fazem todos os casais. No nosso caso a noite (madrugada) de Natal será com a família dele e o Ano Novo com a minha.

E para completar estou de férias no mês que eu adoro!

O chato foi que as férias do Marcio não conciliaram com as minhas... Quando eu voltar em janeiro ele começará as dele. Mas como estamos com projetos da pós-graduação então não estamos reclamando tanto. No fim foi propício para ambos.

É por isso que amo dezembro!

domingo, 27 de novembro de 2011 0 comentários

Homenagem a Teka e ao Bamby

Obrigada pelo amor incondicional
de vocês. Saudades...
Minha família sempre teve cachorro. Nas fotos de quando eu era criança há uma em que estou nos braços do meu pai e ao lado do Sheik, um Pastor Alemão. Em outra imagem em que estou tomando mamadeira a Cherry, uma Dobermann linda está do lado fazendo companhia na pose. 

Ainda criança lembro do Fofão - meu pai ensinou ele a buscar o pratinho e levar até ele quando estivesse com fome -, e tivemos mais um Pastor Alemão com o mesmo nome do primeiro. Ainda era pequena, mas lembro de chorar ao saber que ele havia sido envenenado por alguém sem coração que provavelmente queria entrar na casa. 

Já em Lorena tivemos a Luna que não morreu velhinha por ter tido Parvovirose.

Todos eram raças grandes, fortes e nunca tivemos nenhum problema.

Já adolescente veio a primeira raça pequena, a Teka, uma Poodle Toy cinza. Ela era super sapeca, fazia buracos nos canteiros de flores e plantas da casa, mastigava sapatos e tudo o que via pela frente, principalmente as Rolinhas que sempre iam para o quintal errado. Mas sempre a adoramos. 

Em 2002 chegou o Bambino, um Poodle Micro Toy branco que chamávamos de Bamby - naquela época meu pai chamava a Bia de bambina, criança em italiano e por isso colocamos nele esse nome. Esses dois foram os que eu mais me apeguei. 

Mas, mesmo tentando nos enganar quanto a este fato, infelizmente eles não vivem para sempre.

Há uns dois anos a Teka sumiu e nunca mais soubemos dela. O estranho dessa história é que a Teka sempre fugia de casa, mas nunca ia para muito longe. Ela ficava na frente da casa e os vizinhos nos contavam que ninguém conseguia pegá-la, pois quando tentavam ela entrava rapidinho para dentro da casa novamente. Mas um dia a Teka simplesmente sumiu.

Dizem - e no filme Marley e Eu essa teoria é contada - que tem cachorros que quando estão próximos da morte fogem para morrer sozinhos. No fundo acho que foi isso que aconteceu com a Teka.

Na última sexta-feira (25) a minha mãe ligou para me dar a notícia de que a hora do Bamby, pai do Floquinho,  também havia chegado. Diferente da Teka ele não fugiu para morrer e elas o viram morto. Ouvi a minha mãe no telefone chorar como nunca havia ouvido antes, afinal não é fácil perder um bichinho que passou 9 anos fazendo parte da sua vida. Não tem como não sofrer pela perda.

E o que me deixou ainda mais triste é que eu nem podia estar lá com ela para acalmá-la e dar força para as meninas. Se não fosse o Bamby eu nunca teria o Floc e eu sou eternamente grata.

Nem todo mundo sabe o que é isso, pois talvez nunca tiveram um bichinho para amar e receber amor. Eles nos amam incondicionalmente e não se importam se somos ricos, pobres, feios, bonitos, homens ou mulheres. Eles sabem quando estamos tristes, quando estamos chegando em casa, quando vamos sair. Eles nos conhecem mais do que qualquer um e nos amam mesmo assim. Vejo pela Teka, pelo Bamby, pelo Floc e agora pela Nina que já nos ama e corre para me cumprimentar quando chego em casa.

Perdê-los sempre será difícil, pois como os humanos são únicos e nos marcam deixando histórias.

Agradeço por ter compartilhado a minha vida com estes dois Poodles lindos. Agora temos um pouquinho do Bamby no Floquinho e as fotos dos dois, Teka e Bamby, para sempre nos recordarmos com carinho e matarmos a saudade.
quarta-feira, 16 de junho de 2010 1 comentários

Homenagem a Pedro Yamassaki - Seu Pedro

Um ano e um mês depois de publicar o último post, vim ao e-mail para configurá-lo e acabei matando a saudade. Escrevi tantas coisas aqui... muitas poderiam até estar em um diário de tão íntimo e pessoal que eram, mas que na ocasião senti a necessidade de dividir com familiares, amigos e pessoas desconhecidas as quais poderiam aprender com minhas experiências. Enfim, ainda não me arrependo.

Os posts de Santa Rita de Cássia é um grande exemplo disso. Até hoje recebo comentários de graças e milagres alcançados pelos fiéis desta maravilhosa santa, os quais sempre me deixam muito feliz. Porém hoje posto por um motivo diferente. Há dois dias atrás (14/06), completou um ano da morte do meu sogro, Seu Pedro. Perdemos um homem que além de extraordinário era bom pai, marido, tio, padrinho, amigo, genro, cunhado e sogro.

Agradeço a Deus por colocar em minha vida essa família linda, composta por este homem que foi um sogro maravilhoso de sorriso encantador e cativante, que sempre me recebia de braços abertos com a palavra "filha". Quem me conhece sabe o quanto essa palavra significa para mim.

Hoje sinto muita saudade e orgulho da família que me acolheu, diante da força e fé que cada um tem e sente a sua maneira. Tenho certeza que Deus e Nossa Senhora acolheu cada um, dando colo, sabedoria e discernimento para entender, aceitar e continuar a vida. Registro, mais uma vez, meus agradecimentos a Santa Rita de Cássia a qual sou devota.

Abaixo, como agradecimento e homenagem, publico a cartinha que escrevi ao Seu Pedro voltando para Três Lagoas, nesse mesmo dia, há um ano atrás:


"Deixo registrada aqui a minha homenagem a este homem exemplo de pessoa, sogro, pai e esposo.
Conhecê-lo e participar ao menos um pouco de sua vida como nora, foi uma honra e um presente maravilhoso de Deus.
'Obrigada, Seu Pedro, por me chamar de filha e cuidar de mim como um pai. Saudades...'
Com carinho e amor,
Suélen Lopes"
quinta-feira, 4 de setembro de 2008 5 comentários

Revivendo o passado - Reportagem para a Band Vale

Como é gostoso relembrar o passado e ver o quanto crescemos e amadurecemos ao longo dos anos.

Estava vendo meus documentos e achei uma das minhas primeiras matérias, ainda como estagiária, que foi ao ar pela Rádio Bandeirantes, através do sistema Band Vale.

Um filme passou pela minha mente em poucos segundos. Lembrei dos colegas de trabalho, da correria, das entrevistas, das experiências, da edição e, principalmente, da gravação desta matéria.

Fiquei emocionada e feliz em ouvi-la novamente. Percebi que valeu a pena toda a correria de estudar e trabalhar ao mesmo tempo.

Esta matéria eu fiz há três anos, mais precisamente em dezembro de 2005. Bons tempos aqueles.


MusicPlaylist
terça-feira, 5 de agosto de 2008 0 comentários

Um final de semana em família

O final de semana não poderia ter sido melhor ao lado dos meus sogros, cunhada e da amiga, Eulália. Rimos e nos divertimos muito cantando, tocando violão, jogando playstation, jantando no pesqueiro, aprendendo a fazer moranguinhos com chocolate e esfiha da dona Vandi ou conhecendo a cidade e passeando na Lagoa Maior.

A Eulália terá muitas histórias para contar da primeira viagem que fez a Mato Grosso do Sul, como o pintado na marmita que fomos comer no pesqueiro (o certo seria pintado na telha, mas quem disse que a garçonete entendeu o nosso pedido); os “exercícios físicos” na barra em torno da lagoa; cantando a música Catedral (na verdade tentando cantar com a Cintia que arriscava tocar violão com a Eulália: uma fazendo as posições no braço e a outra as batidas da música) ou comprando um pintado (realmente o peixe estava pintado, mas não era o próprio, entendeu? rs) na loja de artesanatos.

Hoje todos foram embora e eu fiquei sozinha no apartamento que ficou gigante e triste. Até o Floquinho está sentindo falta da alegria de todos.

Assim que a minha cunhada enviar as fotos das artes que aprontamos nestes dias por aqui eu as postarei no blog. Agora só resta a saudade.

*Obrigada a todos por estes dias maravilhosos. Adoro vocês!

sexta-feira, 1 de agosto de 2008 0 comentários

Minhas férias em imagens - Parte II

SAUDADE!!!!
terça-feira, 10 de junho de 2008 0 comentários

Saudade dos desenhos dos anos 80 e 90

Na enquête que coloquei no blog, para saber sobre quais assuntos as pessoas que visitam o Áudio Memória gostariam de ler, vídeo e música foram os mais votados. Como os leitores deste blog não gostam de comentar, a opção da enquête foi uma ótima alternativa para conhecê-los.

Gostaria que as pessoas que visitam o blog comentassem para eu conhecer suas opiniões, idéias... Mas enfim, fico feliz também quando elas comentam sobre os posts de outras formas (telefone, e-mail, msn). Quem sabe um dia os leitores tomam coragem, assim como eu, que agora ADORO comentar nos blogs conhecidos e indicados ao lado.

Como o assunto que a maioria quer encontrar é vídeo e música, aqui vai uma montagem do YouTube que relembra os desenhos dos anos 80 e 90. AMO desenhos, principalmente os dessa época. Exitem mais duas montagens como esta no site. Aos poucos as postarei aqui.

Não encontramos nas animações atuais magia, inocência, fantasia, mas guerra, individualismo e briga. Claro que o design, em alguns casos, é fora de sério. Fantástico eu diria, já que não dá para distinguir o real com o animado, mas a questão é adiantar demais as fases pela qual essa criança passará assistindo desenhos que mostram a nossa realidade.

Elas precisam viver fase por fase e não pulá-las e se transformar no que vemos hoje: crianças adultas, amadurecidas demais para a idade e infelizes.

Acredito que os adultos, os criadores destas animações, esqueceram que fazem projetos para crianças e não para eles próprios.

Precisamos de desenhos como os dos anos 80 e 90, pois assim as crianças serão mais felizes: viverão como crianças!

sábado, 24 de maio de 2008 2 comentários

Saudade de Casa...

Os brasileiros desfrutaram na quinta-feira, 22/05, do feriado de Corpus Christi. Como o que é bom dura pouco, esse foi o último feriado nacional dos próximos meses. Outro agora só em dezembro no natal.

Não tive o privilégio, como alguns funcionários públicos ou de empresas privadas, de emendar. Trabalhei na sexta-feira e, por isso, não pude ir para casa matar a saudade das meninas.

Mesmo sabendo que estava tudo bem em casa com informações online via msn, o sentimento de ciúmes me fez ligar para elas dois dias seguidos (quinta e sexta-feira) para ouví-las um pouquinho no telefone.

O coração ainda não se acostumou com a distância e cisma ficar apertado, principalmente por saber que não poderá amenizar essa saudade. Não poderei rir das gracinhas da Nessa, abraçar, paparicar, beijar e encher de apertões cada uma das meninas. Faria isso com o meu pai também se pudesse, mas enfim.

O jeito é matar a saudade por foto. Estas são do último encontro - dia das mães. Ai que saudade...

quinta-feira, 7 de fevereiro de 2008 2 comentários

Eu quero a Cláudia de volta!!!

Hoje recebi a notícia que a Cláudia - a moça que cuidava da minha casa, de mim, do Marcio e do Floc - não trabalhará mais com a gente. Por razões pessoais ela mudou para São Paulo e deixou a gente muito triste.

Sei que não posso ser egoísta ao ponto de querê-la apenas para mim. Ela está certíssima em ficar perto da família e tentar uma nova vida na cidade grande. Mas ainda continuo triste. :(

Ela é maravilhosa! Acho difícil agora encontrar uma pessoa tão boazinha, responsável e que goste tanto do Floc quanto ela. Com quem eu vou deixar o meu filhote quando eu for para sampa? Ele não terá nem a Bia - filha - para brincar com ele... O jeito será apelar para os hotéizinhos se eu quiser ir a São Paulo.

Infelizmente não tenho nenhuma foto da Cláudia para postar aqui, mas tenho a de uma refeição deliciosa que ela preparou para a gente sem que pedíssemos. Assim como o pudim de leite que de vez em quando aparecia na geladeira do nada! :)

Ai... é ou não triste perder a Cláudia?

segunda-feira, 27 de agosto de 2007 4 comentários

Apartamento Vazio...

Vivemos a maior parte do tempo sozinhos aqui no apartamento. Somente eu, o Marcio e o Floc. Os pais e a irmã do Marcio vieram passar as férias aqui conosco durante cinco dias. Foram dias maravilhosos! Mas hoje voltamos a viver como antes e, assim, o apê voltou a ficar vazio. Toda vez que isso acontece bate uma tristeza... :(

A família do Marcio saiu antes mesmo de nós irmos para o trabalho. Ao voltarmos para almoçar lá estávamos nós lembrando que será difícil voltar para casa nos próximos dias e não encontrar ninguém. Nada do abraço de bom dia e boas vindas da dona Vandi... do almoço delicioso do seu Pedro... das brincadeiras da Cintia...

É... a sensação de quem fica sempre será diferente da de quem vai. O coração fica apertado. No dia em que as meninas vieram aqui e também passaram alguns dias conosco caí no choro após deixá-las na rodoviária e vê-las partindo no ônibus com destino a sampa. Os dias passaram voando e a vontade era que o primeiro dia em que as encontrei voltasse para aproveitarmos ainda mais cada momento que passamos.

A sensação agora não é diferente. Saudade é um bichinho complicado....
 
;